Em 2025 eu acabei vendo menos filmes
do que em anos anteriores por ter sido um ano mais corrido profissionalmente.
Por conta disso fui mais seletivo no que assisti, o que talvez impacte a lista
de piores filmes (embora eu tenha, de fato, assistido algumas bombas
homéricas), mas isso não implica que não tenha assistido filmes bons o
suficiente para um top 10 de melhores do ano. Como fiz em outros anos minha
lista leva em consideração filmes que foram lançados comercialmente no Brasil
(em cinema ou streaming) ao longo de 2025. Confiram a lista completa abaixo e contem quais foram seus filmes favoritos do ano passado.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Melhores filmes de 2025
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Crítica – Alabama: Presos do Sistema
Cárcere rígido
O documentário então se desenvolve através de conversas que os documentaristas tem com presos através de celulares que os detentos conseguem trazer ilegalmente dentro da prisão e também de vídeos feitos por esses detentos documentando os maus tratos. A ação à margem da lei se dá porque as autoridades não permitem que os presos falem com imprensa ou recebam pessoas, numa prática que não é comum no sistema prisional. É um documentário de natureza expositiva e, talvez por isso, soe um pouco cansativo, já que ele nos bombardeia o tempo todo com depoimentos ou dados que estão sempre nos explicando as coisas, pegando o espectador pela mão sem dar muito espaço para reflexão.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Crítica – Assassinato em Mônaco
Mistério do quarto fechado
O documentário narra como o banqueiro Edmond Safra foi morto em sua cobertura em Mônaco e toda a investigação que se seguiu, com direito a várias teorias conspiratórias e diferentes suspeitos que iam desde a máfia russa, para quem Safra supostamente lavava dinheiro, passando pela sua viúva, a brasileira Lily Safra cujo marido anterior também morrera em condições suspeitas, chegando até o enfermeiro de Edmond, Ted, que teria inventado a história de invasores no apartamento, simulado ter sido esfaqueado por eles e iniciado um incêndio para alertar as autoridades, que demoraram demais a vir.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
Conheçam os indicados ao Oscar 2026
A Academia de Artes e Ciências
Cinematográficas divulgou hoje os indicados ao Oscar 2026. O filme Pecadores lidera em número de
indicações, concorrendo em dezesseis categorias, seguido por Uma Batalha Após a Outra que recebeu
treze indicações. O filme brasileiro O Agente Secreto igualou o recorde de Cidade
de Deus como o filme nacional com mais indicações, disputando quatro
categorias, incluindo melhor filme, melhor filme em língua estrangeira e melhor
ator para Wagner Moura. Além disso, o brasileiro Adolpho Veloso concorre ao
Oscar de melhor fotografia pelo filme Sonhos de Trem. A cerimônia do Oscar acontecerá em 15 de março. Confiram abaixo a
lista completa de indicados.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Crítica – Família de Aluguel
Performance cotidiana
A narrativa é protagonizada por Philip (Brendan Fraser), um ator dos Estados Unidos que mora há anos no Japão e cuja carreira está estagnada. As coisas mudam para ele quando vai trabalhar na empresa de Shinji (Takehiro Hira, de Monarch: Legado de Monstros) que contrata atores para atuarem como “familiares de aluguel” para seus clientes. Boa parte desses serviços visa contornar tradições rígidas da vida familiar japonesa. Uma jovem lésbica contrata Philip para posar como seu marido para os pais para finalmente poder sair do país e viver com a namoradas. Maridos adúlteros contratam as atrizes para se passarem por suas amantes para pedir perdão às esposas sem precisar expor suas amantes reais. Uma mãe pede a Philip para se passar por seu marido para que sua filha tenha chance em entrar em uma escola de prestígio, já que uma mãe solteira não seria bem vista.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Crítica – Dinheiro Suspeito
A cor do dinheiro
A narrativa é levemente baseada na história real de agentes de Narcóticos da Flórida que encontraram mais de vinte milhões de dinheiro de tráfico de drogas guardado em uma casa. Aqui a trama é protagonizada por Dane (Matt Damon), o segundo no comando de sua unidade que assume a liderança depois que sua capitã, Jackie (Lina Esco), é assassinada em uma emboscada ainda não investigada. Dane leva sua unidade a uma casa nos subúrbios depois de supostamente receber uma denúncia de que o local guardava dinheiro dos cartéis. Chegando lá, a única habitante é Desi (Sasha Calle, a Supergirl de Flash) que diz não saber nada do dinheiro. Investigando o local, descobrem ainda mais dinheiro do que a denúncia inicial sugeria e logo eles sabem que virarão alvos. Dane decide seguir o protocolo de contar o dinheiro no local e depois chamar o comando para vir pegá-los, mas o tempo para contar tanto dinheiro significa mais tempo para as coisas darem errado, seja em termos dos donos do dinheiro aparecerem, seja porque os membros da unidade podem se interessar em ficar com parte do valor.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Crítica – Song Sung Blue: Um Sonho a Dois
Música em família
A trama se baseia na história real do casal Mike (Hugh Jackman) e Claire (Kate Hudson) Sardina, duas pessoas de meia idade que se apaixonam pelo desejo de viver de música e juntos formam uma banda-tributo a Neil Diamond que faz muito sucesso na cidade de Milwaukee. A narrativa mostra as vidas difíceis dos dois e como eles se conectam pelo amor música, com a banda servindo para que eles superem os momentos mais difíceis de suas vidas.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Crítica – Palm Royale: 2ª Temporada
Depois de uma divertida primeira temporada, Palm Royale entra em sua segunda temporada investindo ainda mais em seus excessos folhetinescos. Ainda que seja sustentado pelo ótimo elenco, esse segundo ano acaba sendo um pouco inferior que o primeiro.
Fundos de família
A narrativa se passa meses depois do fim da primeira temporada. Maxine (Kristen Wiig) foi colocada em um manicômio e Linda (Laura Dern) fugiu do país depois de ser considerada a responsável pelo tiroteio que aconteceu no Palm Royale. Já recuperada, Norma (Carol Burnett) incentiva Douglas (Josh Lucas) a casar com Mitzi (Kaia Garber) que está grávida dele para que finalmente possam desbloquear o fundo fiduciário para um herdeiro da família Dellacorte assim que o bebê nascer. Como os Dellacorte morreram cedo e sem filhos, nas últimas décadas, com Norma e Douglas sendo os últimos remanescentes, essa pode ser a única esperança de acessar o dinheiro. O problema é que no final da temporada descobrimos que Norma não é quem diz ser, tendo assumido o lugar da verdadeira Norma quando estudou com ela em um colégio interno na juventude e Maxine busca meios de revelar a fraude de Norma.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Drops – Boca de Fumo
Crime em família
O agente Ray (Dave Bautista) e seu parceiro Washburn (Bobby Cannavale) trabalham para a DEA em El Paso e investigam um perigoso cartel operando na cidade. As coisas se complicam quando o cartel passa a ser alvo de roubos e a dupla tenta investigar quem os está atacando. O que Ray não sabe é que a gangue é liderada por seu filho, Cody (Jack Champion, o Spider de Avatar). Cody e outros colegas de escola, também filhos de agentes do DEA passaram a usar o equipamento dos pais para roubar o cartel depois que o pai de outro colega foi morto durante a operação. Vendo que o DEA não daria apoio financeiro à família do falecido, Cody e os amigos decidiram roubar o cartel para dar a família deles meios para sobreviverem.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Crítica – Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Crise maternal
A narrativa é protagonizada por Linda (Rose Byrne) uma mulher lidando com uma misteriosa doença que acomete a filha, obrigando a garota a usar uma sonda. Ela também se encontra morando em um quarto de hotel, já que o teto de seu apartamento desabou por conta de mofo e de encanamento defeituoso. Ela lida com tudo isso sozinha já que o marido (Christian Slater) é um militar que trabalha longe. Linda trabalha como terapeuta e uma de suas pacientes, a jovem mãe Caroline (Danielle Macdonald), desaparece no meio de uma sessão e deixa seu bebê no consultório. Linda faz terapia para tentar enfrentar todas essas crises, mas sente que seu terapeuta (Conan O’Brien) não dá a mínima para ela.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.

















