O primeiro
Casamento Sangrento (2019) era um
slasher bacana que divertia pelos tipos excêntricos, violência
exacerbada e uma protagonista convincente em Samara Weaving, que evocava o
desespero de uma pessoa comum jogada em uma disputa perigosa de super ricos.
Era, no entanto, um filme que não parecia feito para gerar continuações, então
fiquei receoso quando este
Casamento
Sangrento: A Viúva foi anunciado, já que não imaginava que uma sequência
tivesse muito a acrescentar. Felizmente, porém, o resultado é bacana, ainda que
seja mais do mesmo.
Jogo perigoso
Depois de sobreviver aos eventos
do primeiro filme Grace (Samara Weaving) é levada a um hospital para se
recuperar dos ferimentos. Ela é visitada pela irmã Faith (Kathryn Newton), com
quem não fala há anos. Faith não acredita na história da irmã sobre ter sido
caçada pela família durante um ritual satânico, mas as coisas mudam quando as
duas são sequestradas pelo Advogado (Elijah Wood). Aparentemente quando Grace
matou a família do noivo, ativou uma cláusula que abre uma disputa pela
liderança da organização satânica da qual os sogros faziam parte. Agora ela e
Faith serão caçadas pelos líderes das famílias, com os gêmeos Ursula (Sarah
Michelle Gellar) e Titus (Shawn Hatosy, de The Pitt) tentando manter a família deles na liderança da organização. Agora
Grace e Faith, algemadas juntas, precisam sobreviver ao jogo letal desses
ricaços.