As histórias de Star Wars no
cinema eram sempre baseadas em uma noção em simples de bem e mal, nas quais
heróis e vilões eram claramente definidos. Este Rogue One: Uma História Star Wars tenta mostrar uma moral um pouco
mais cinzenta, na qual o bem muitas vezes precisa se comprometer para chegar
onde precisa. É algo que podia resultar em uma sisudez excessiva, mas acaba
funcionando aqui pelo contexto que dá a este universo e como amplia nosso
entendimento do que estava em jogo ao início da trilogia original.
A narrativa segue Jyn Erso
(Felicity Jones), filha do cientista imperial Galen Erso (Madds Mikkelsen). Seu
pai tentou fugir do Império quando viu a arma que planejavam construir, mas depois
que sua esposa é morta, acaba cedendo à força do oficial Krennic (Ben
Mendelsohn). Anos depois Jyn é chamada pela líder rebelde Mon Mothma (Genevieve
O'Reilly) para que ela ajude a contatar o ex-rebelde e extremista Saw Gerrera
(Forrest Whitaker), que aparentemente recebeu uma mensagem de Galen sobre as
fragilidades da nova superarma imperial. Assim, Jyn parte para encontrar seu
pai e as informações para derrotar o império com a ajuda do capitão Cassian
Andor (Diego Luna) e o androide K-2SO (voz de Alan Tudyk).