Marvel vs Capcom Infinite é o novo jogo de luta que novamente
coloca os personagens dos dois universos para se enfrentarem. A primeira demo
disponibilizada para o jogo mostra um pouco mais do modo história que segue um
pouco o molde do que a Netherrealm Studios vem fazendo na franquia Mortal Kombat e no primeiro e segundo Injustice.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Jogamos a demo de Marvel vs Capcom Infinite

domingo, 11 de junho de 2017
Crítica - Orange is the New Black: 5ª Temporada

A trama começa exatamente onde a
temporada anterior começou com a arma que o guarda Humphrey (Michael Torpey)
trouxe ilegalmente para dentro da prisão caindo nas mãos de Daya (Dascha
Polanco), que rende os guardas e dá início à rebelião. A partir daí
acompanhamos as tensões entre os vários grupos de presidiárias, os reféns
tomados por elas e também com as autoridades que tentam retomar o controle do
presídio. Entre as líderes está Taystee (Danielle Brooks), que exige a prisão
do guarda responsável pela morte de Poussey (Samira Wiley) e melhorias para a
prisão.

quinta-feira, 8 de junho de 2017
Crítica - A Múmia

O militar Nick (Tom Cruise) está
em missão no Iraque, mas ao invés de seguir ordens prefere seguir uma pista que
pode levá-lo a valiosas relíquias que visa vender no mercado negro. Sua busca,
no entanto, o leva a um achado arqueológico sem igual, o sarcófago da princesa
egípcia Ahmanet (Sofia Boutella), que teria sido mumificada ainda viva depois
de matar a própria família. Com a ajuda da arqueóloga Jenny (Annabelle Wallis),
ele retira o sarcófago de sua tumba, mas no meio da viagem de avião, tudo dá
errado e eles caem em Londres. Com a múmia de Ahmanet à solta, Nick descobre
que foi escolhido por ela para completar um ritual sombrio interrompido
milênios atrás e o soldado precisa arrumar um jeito de detê-la para salvar a
vida.

segunda-feira, 5 de junho de 2017
Crítica - Z: A Cidade Perdida
Os filmes de James Gray sempre
dialogaram com os clássicos mais marcantes de outrora. Se Os Donos da Noite (2007) remetia aos filmes de máfia e Era Uma Vez em Nova York (2013) remetia aos
antigos melodramas, este Z: A Cidade
Perdida remete a antigos filmes sobre exploração e desbravadores, ainda que
tenha preocupações e ideias bastante contemporâneas.
A trama, baseada em fatos reais,
acompanha o militar e explorador britânico Percy Fawcett (Charlie Hunnam). No
final do século XIX Percy é destacado para mapear a fronteira entre Brasil e
Bolívia. Durante a expedição Percy encontra evidências de antigas civilizações
nativas, provavelmente mais antigas que os próprios europeus que colonizaram
aquele lugar, e decide realizar uma nova expedição para encontrar o lugar. O
filme então acompanha as décadas de obsessão do britânico com sua ideia e as
tentativas de localizar a cidade perdida.
Podia ser uma narrativa
extremamente condescendente sobre o herói branco europeu que conquista, domina
e subjuga os selvagens inferiores da América do Sul, mas Gray usa a história de
Fawcett para fazer o exato oposto disso. O explorador não está atrás de riqueza
ou de levar "civilização" (ou o que os europeus da época consideravam
como tal), seus objetivos são o de mostrar que os nativos tem uma sociedade tão
complexa e sofisticada quanto a dos brancos, que insistem em vê-los como
inferiores.

quinta-feira, 1 de junho de 2017
Crítica - House of Cards: 5ª Temporada
A quarta temporada de House of Cards encerrava com Frank
(Kevin Spacey) e Claire (Robin Wright) anunciando que o país estava
oficialmente entrando em estado de guerra contra o terrorismo. Ficava claro que
eles estavam usando aquilo para usar o medo da população em seu favor e obter
ainda mais poder e controle. A nova temporada lida com as consequências dessa
decisão e também no modo como os desmandos e truculência de Frank desgastaram
seu capital político.
Depois dos eventos da temporada
anterior, Frank pede à Câmara uma declaração formal de guerra contra o grupo
terrorista que agiu dentro dos Estados Unidos e matou uma pessoa, mas seus
opositores percebem que a guerra é meramente uma manobra para tirar a atenção
das denúncias contra ele feitas pelo jornalista Tom Hammerschmidt (Boris
McGiver). Ao mesmo tempo, precisa lidar com a ascensão de seu oponente nas
eleições presidenciais, o jovem governador Will Conway (Joel Kinnaman).
A trama mostra como um governo
usa da máscara de combate ao terrorismo para estabelecer um estado de
vigilância constante que tem menos a ver com a proteção da população e mais com
criar brechas para se poder passar livremente por cima da constituição e manter
o poder. Uma vez que o medo é disseminado, o governo pode livremente fabricar
ameaças para manter a população sob controle e manipular qualquer evento a seu
favor, incluindo uma eleição, como Frank faz aqui.

terça-feira, 30 de maio de 2017
Crítica - Mulher Maravilha
Uma das poucas coisas
unanimemente elogiadas no divisivo Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016) foi justamente a Mulher Maravilha
vivida por Gal Gadot e sua poderosa música tema composta por Hans Zimmer e o DJ
Junkie XL. Apesar de ser tão importante para o universo DC quanto Batman ou
Superman, a personagem nunca tinha recebido seu próprio longa metragem nos
cinemas, então esse filme não tinha apenas a missão de finalmente consolidar o
Universo DC nos cinemas (já que os outros três filmes tiveram uma recepção
divida), como também estar a altura das expectativas de todos que sempre
quiseram ver a amazona nas telonas. Felizmente o filme atende a ambas
expectativas e é tudo que se esperava de um filme da personagem.
A trama conta a origem de Diana
(Gal Gadot), sua juventude na ilha de Temiscira, seu treinamento nas mãos da
amazona Antíope (Robin Wright) e sua relação com sua protetora mãe Hipólita
(Connie Nielsen). A rotina de Diana muda quando um avião cai na sua ilha trazendo
o piloto Steve Trevor (Chris Pine), que traz notícias preocupantes sobre o
"mundo os homens" e as terríveis armas de destruição que estão sendo
desenvolvidas durante a Primeira Guerra Mundial. Crendo que o conflito está
sendo alimentado por Ares, o deus da guerra, Diana resolve acompanhar Steve ao
mundo dos homens levando consigo as armas divinas de sua ilha para finalmente
eliminar o deus da guerra.

segunda-feira, 29 de maio de 2017
Crítica - Inseparáveis
Certos filmes são tão universais em sua temática e conteúdo que você consegue se identificar com ele independente de onde ele esse passa e de onde você esteja. Esse foi o caso de Intocáveis (2011) filme francês que alcançou sucesso ao redor do mundo ao contar a amizade de um homem tetraplégico com seu cuidador, um imigrante argelino. Os temas de superação, amizade e enfrentamento de preconceitos eram elementos que qualquer um no globo, e não apenas os franceses, podiam se identificar e certamente essa capacidade de falar para tantas pessoas está relacionada com o sucesso que obteve. Assim sendo, a ideia de um remake não faz muito sentido, já que não só é um filme relativamente recente, como também é tão universal que não há muito a acrescentar simplesmente transpondo-a para outro país. Ainda assim, é o que este argentino Inseparáveis tenta fazer, sem mencionar que há também um remake hollywoodiano sendo feito a ser estrelado por Bryan Cranston.
A trama é a mesma do original
francês, mas se passando na Argentina. O milionário tetraplégico Felipe (Oscar
Martínez) precisa de um cuidador e acaba contratando o pouco experiente Tito
(Rodrigo De La Serna, de Diários de
Motocicleta) para a função. Obviamente os dois desenvolvem uma grande amizade,
aprendem muito um com outro tal qual o original e praticamente todos os outros
filmes já feitos sobre amizades improváveis.

sábado, 27 de maio de 2017
Crítica - War Machine
Escrito e dirigido por David
Michôd, este War Machine é baseado na
história real do general Stanley McChrystal. Ele foi demitido do cargo depois
que uma matéria da revista Rolling Stone expôs suas extravagâncias, delírios de
grandeza e como ele estava disposto até a contrariar ordens presidenciais para
ter a guerra que tanto almejava no Afeganistão. O interesse de Michôd, no
entanto, não é construir uma biografia do general, mas usar sua história para
lançar um olhar crítico e paródico sobre as obsessões bélicas dos Estados
Unidos.
A trama é centrada na figura do
general Glen McMahon (Brad Pitt), famoso por seu pragmatismo e por sempre
cumprir seus objetivos, McMahon é despachado para o Afeganistão para liderar os
esforços contra a insurgência local. Acompanhado de uma equipe de oficiais de
confiança, McMahon logo descobre que sua missão não é tão simples e factível
quanto parece.
O filme trata de como aquela é
uma guerra na qual não há chance de ganhar, revela os absurdos e a falta de
sentido na presença dos militares ali e como muita gente sequer entende a
situação do local. Todos esses temas já foram tratados exaustivamente pelo
cinema. Dr Fantástico (1964) já tinha
falado sobre como a guerra é essencialmente algo estúpido, O Senhor das Armas (2005) já tinha usado ironia e cinismo para
mostrar a infraestrutura financeira que estimula conflitos armados no mundo
inteiro, Soldado Anônimo (2005) já
tinha falado de como é para os soldados ficar em uma base esperando por uma
guerra que nunca vem enquanto todos ficam inquietos com a falta de ação, Guerra ao Terror (2008) já tinha
discorrido sobre a guerra enquanto vício. Enfim, não há nada aqui que já não
tenha sido dito antes e melhor pelo próprio cinema hollywodiano e War Machine tem muito pouco a
acrescentar a esses discursos.

quarta-feira, 24 de maio de 2017
Crítica - Flash: 3ª Temporada
Chegando nessa terceira temporada
de Flash, eu torcia para que a série
não tivesse a mesma queda de qualidade que Arrow
experimentou em seu terceiro ano. As duas primeiras temporadas tinham sido bem
bacanas e seria uma pena deixar o nível cair, mas, infelizmente, foi isso que
aconteceu. Não chegou a ser algo intragável como a terceira e quarta temporadas de Arrow, mas ainda assim ficou bem
aquém do que se esperava da série, principalmente conforme ela se dirigia para
abordar de algum modo o arco Ponto de
Ignição (Flashpoint) dos
quadrinhos. Avisamos que o texto a seguir contem SPOILERS.
A trama começa justamente com
Barry (Grant Gustin) impedindo o assassinato da mãe e criando uma nova
continuidade na qual ela está viva e ele nunca virou Flash ou conheceu a equipe
do Star Labs. Aos poucos ele vai percebendo que cometeu um erro ao alterar o
fluxo dos eventos e tenta consertar tudo, mas ao retornar as coisas ao seu
devido lugar, percebe que nem tudo foi restaurado. Em seu novo presente ele e
Iris nunca ficaram juntos, o irmão de Cisco (Carlos Valdes) está morto e um
novo vilão chamado Alquimia está dando poderes àqueles que eram meta-humanos no
universo alternativo criado por Barry. Além disso, Alquimia parece estar
trabalhando para alguém ainda mais nefasto, o autoproclamado deus da velocidade
Savitar.
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sexta-feira, 19 de maio de 2017
Crítica - Injustice 2
Feito pela Netherrealm Studios, o
primeiro Injustice: Gods Among Us
entregava um ótimo jogo de luta usando o universo DC e uma interessante
narrativa sobre um universo alternativo no qual o Superman se tornou um ditador
implacável. Era de se esperar, portanto, que este Injustice 2 melhorasse a partir dos bons fundamentos do primeiro e
ele não decepciona.
Os combates são bem similares ao
primeiro jogo, mas estão mais rápidos e também melhor balanceados graças a
algumas novas mecânicas. Agora é possível usar o medidor de especial para dar
um breve e invulnerável impulso para frente ou para trás, servindo para escapar
de combos ou se aproximar do oponente que fica "zoneando" com ataques
à distância. É possível também gastar a barra de especial para realizar
esquivas aéreas, evitando assim ficar preso em um longo combo quando o oponente
te joga no ar. Os objetos de cenário agora são bloqueáveis (a maioria, pelo
menos) o que impede que os jogadores fiquem apelando constantemente para eles
para causar dano fácil.

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